Boi sequestro, morto na estrada, é a causa da carne podre no Brasil #boato

Boato – Carne podre vendida no Brasil e desbaratada na fiscalização da Operação Carne Fraca vem do boi sequestro, aquele que morre a caminho do abate.

Não é preciso nem falar que a Operação Carne Fraca, a maior da história da Polícia Federal, está causando o maior rebuliço. As denúncias de fraudes na fiscalização de grandes frigoríficos e de venda de carnes que não deveriam serem vendidas têm feito diversas denúncias aparecerem na internet.

Quer se livrar de boatos? Clique para curtir o Boatos.org
Siga o Boatos.org no Twitter:
Envie uma mensagem com a palavra #boato para (61) 99331-6821 e agende este número no seu telefone para receber as nossas atualizações gratuitamente no WhatsApp

Uma delas vem por meio de um áudio no WhatsApp e dá conta que a carne podre do Brasil tem procedência no “boi sequestro”. De acordo com o áudio, gravado por uma mulher que disse ter trabalhado no frigorífico LX (que depois teria virado Friboi) por mais de 10 anos, o boi que morre na estrada vai para a mesa das pessoas. Leia a transcrição:

Vou te explicar melhor, meu celular estava descarregando por isso vou fazer mensagem de voz. Eu ja trabalhei 10 anos em frigorífico. Trabalhei no frigorífico do LX por 10 anos, que hoje é a Friboi. Eu trabalhei 5 anos na desossa e 5 anos na inspeção. Na verdade, essas carnes podres que hoje estão aí e que vieram à tona, na verdade nós sempre consumiu esta carne. Veja bem, essa carne podre vem do boi sequestro.

O que é boi sequestro. O boi sequestro é aquele boi que morre na estrada. Tipo assim, vai uma viagem de boi daqui para São Paulo. A maioria deles, morre de 80 a 100 bois na viagem. Morre de sede, de fome, de raiva de ir, entendeu. Por está muito apertado dentro do carro, o baque, a quentura. Então, o gado morre e o frigorífico não pode perder nada. Imagina que um frigorífico vai perder 80 a 100 bois que morrem. Mas nunca. Então, nós já cansemo de lidar assim com esse gado. Então, chama assim: boi sequestro.

Quando ele chega no frigorífico, ele está a uma, duas, três horas, até cinco horas morto. Então, esse tipo de gado é levado para inspeção. Lá tem a pessoa própria para poder lidar com eles. Aí, eles é escarneado, tudo, porque já tá morto. Entendeu? A carne deles é podre. O sangue tá um fedor imenso porque é podre. Você não tem noção.

Então tirando a carne deles porque tá tudo escarneado, a carne deles vai para um tanque. Então, aquela carne vai para um tanque imenso com uma água quente e um corante vermelho, que representa que tá uma carne linda, bonita, uma carne fresca. Mas, na verdade, não é. Depois, ela vai para a selovac. Nem todas elas vai para a selovac. A carne é vácuo, entendeu.

Então, na verdade, essa carne de boi sequestro não pode ser transportada para fora, pros outros países, entendeu? Essa carne é consumida aqui no Brasil. Se o boi sequestro foi até São Paulo, ele é consumido aqui. Se foi em Mato Grosso, é consumido aqui. Porque a inspeção bate em cima. Ou seja, se é exportado lá fora, é uma multa tão grande que o frigorífico nunca consegue pagar. Ele vai a falência. Então, o frigorífico nunca perde nada. Então a gente consome essa carne podre, que é do gado sequestro, que é o gado morto há duas, três, quatro horas e já tá até desfigurando, entendeu? é isso aí.

Boi sequestro, morto na estrada, é a causa da carne podre no Brasil?

É claro que o tal áudio passou a circular pelos quatro cantos do WhatsApp. Mas será mesmo que é real a história que fala sobre o tal boi sequestro e a carne podre no Brasil? A resposta é não. Vamos aos fatos.

Começamos a análise do áudio pelas informações passadas pela mulher. A primeira é em relação ao termo “boi sequestro”. Não achamos nada a respeito em períodos anteriores ao áudio. O único termo que achamos relacionado a “sequestro” está nas câmaras de sequestro, que são os locais onde a carne tenha que aguardar uma avaliação final como, por exemplo, exame laboratorial.

Outra informação que não conseguimos encontrar foi em relação ao “LX que depois virou Friboi”. Das duas uma, ou não ouvimos corretamente o que a mulher falou no áudio (mas parece ser LX) ou ela se confundiu (o que é bem estranho para quem trabalhou por 10 anos no local). Não achamos nenhum frigorífico com esse nome (muito menos que virou Friboi).

Outros pontos no áudio não estão muito claros. A mulher diz que morrem “de 80 a 100 bois por viagem”. Mas não diz quantos viajam, por exemplo. Isso é muito ou pouco? Também não explica direito como funciona o uso do selovac (equipamento de embalagem a vácuo). Essas informações vagas e de “floreio” só ajudam a denunciar a farsa.

Vamos ao segundo ponto: de fato, a viagem do gado até o abate é muito estressante (documentários que defendem o fim do consumo de carne batem nessa tecla. Se tiver coragem, assista um deles) e, de fato, alguns morrem no caminho. Porém, a “Operação Carne Fraca” não cita nada do que foi dito no áudio em seu relatório.

De acordo com a decisão judicial que deflagrou a operação (leia a parte 1 e parte 2), há uma série de irregularidades encontradas na produção dos alimentos como, por exemplo, o embalamento de carne vencidas e o uso de ácido ascórbico para deixar a carne com uma aparência melhor. Porém, nada foi dito sobre gado que morreu a caminho do abate. Se há algo, não foi divulgado.

Só para terminar, a imagem utilizada em postagens relacionadas ao áudio nada tem a ver com gado morto em caminho do abate. Ela é de um caso de bois que foram mortos após uma tempestade no Acre. 

Resumindo: o áudio que circula pelo WhatsApp não tem procedência, tem uma série de erros de informações e a Operação Carne Fraca não fala em nada sobre as acusações. Além disso, o termo “boi sequestro” não tem registro algum antes do áudio circular. Boato dos grandes.

PS.: esse artigo é uma sugestão de diversos leitores via WhatsApp. Se você quiser sugerir um tema ao Boatos.org, entre em contato com a gente pelo site, Facebook ou WhatsApp no telefone (61) 99331- 6821.

Edgard Matsuki

Jornalista e caçador de falcatruas na internet

58 comentários em “Boi sequestro, morto na estrada, é a causa da carne podre no Brasil #boato

  • 24/03/2017 em 17:26
    Permalink

    eduardo, me desculpa, mas ha grandes carretas, rodotrens, que carregam centenas de bois, e vamos ser sinceros, ja vi muito boi morrer em viagem de 50 km, quanto mais centenas de km, o audio ai nao e farsa nenhuma, e outra, esqueceram que os frigorificos jbs compraram centenas de péquenos frigorificos um deles pode bem ser esse mesionado no video, que por sinal, pode bem ser uma empresa fantasma, cujo nome desapareceu nas transaçoes. vcs estao sendo levianos , acredito que sao petralhas

    Resposta
  • 24/03/2017 em 12:55
    Permalink

    Um site para desmentir boatos falando mentira. Infelizmente nao e boato. Meu sogro transportou gado por muitos anos e ele sempre mencionou isso que esta mulher esta falando. Mas funciona assim: cada um esta livre para acreditar no que quiser. Comer o que quiser e onde quiser. Eu prefiro uma dieta vegetariana.

    Resposta
  • 22/03/2017 em 12:22
    Permalink

    Mas, a questão “sequestro” faz parte das tratativas do MNP – Movimento Nacional dos Produtores e, inclusive, são bovinos condenados pela Inspeção Federal e são determinados e taxados em 30% abaixo do preço na classificação dos preços praticados aos bovinos pelos produtores, intermediários e final. A operação carne fraca é pontual e precisa colocar na cadeia os corruptos (servidores da inspeção e empresários) que se envolveram e praticaram ações criminosas contra o consumo e contra a economia brasileira.

    Resposta
  • 22/03/2017 em 02:15
    Permalink

    Eu acredito sim que tudo que ela falou é verdade. Analisei o áudio e percebi que se trata de uma mulher humilde e que não teria motivo algum em tirar vantagem de ninguém, somente informar. E Além do mais a gente precisa acreditar sim, pois somos enganados e passados para trás sempre, aí vem alguém falar a verdade ou elo menos parte dela, e tem gente que prefere não acreditar.

    Resposta
    • 24/03/2017 em 15:49
      Permalink

      Troca a carne por filé de panga vietnamita!

      Resposta
    • 26/03/2017 em 19:33
      Permalink

      FAZ ALGUM TEMPO QUE VENHO FALANDO QUE É IMPOSSIVEL COMER CARNE ULTIMAMENTE,É SIMPLESMENTE HORRIVEL ,ATE TENHO BRINCADO NÃO TENHO VOCAÇÃO PARA URUBU .

      Resposta
  • 21/03/2017 em 23:14
    Permalink

    Outra coisa que passou batido. Imagina se a carne entra em um local com água fervente e com corante, essas carnse sairiam cozidas.
    E vc compraria uma carne a vácuo cozida…rs

    Resposta
  • 21/03/2017 em 20:15
    Permalink

    No Brasil? Alguém ainda dúvida? Podem argumentarem o que quiserem contra o aúdio da mulher. Ela pode não saber expressar da forma correta, mas eu acredito que ela está falando a verdade. Deus é quem sabe todas as coisas e que faça justiça! Doa a quem doer!

    Resposta
  • 21/03/2017 em 19:15
    Permalink

    Bois transportados por longas viagens, intermunicipais geralmente as carretas são preparadas para acomoda-los, eles podem ficar em pé e tambem deitar-se, é colocado feno pro gado não morrer de fome; outra coisa, cada frigorifico tem seus locais de abate, carne que viaja para outros estados, normalmente vai em carretas frigorificas…..carga viva sempre será um problema porque o Brasil é um país continental….tais informações são boatos de gente mal informada.

    Resposta
  • 21/03/2017 em 18:43
    Permalink

    Boi qdo morre no caminho é jogado na gracharia e insinerado boi de sequestro é aquele boi que dá sistcercose viva ovo dá solitária qdo não aplicado vermífugo daí chama se boi de sequestro pois a carne e desossada e fica na câmara de sequestro por no mínimo 15 dias qdo a carne após. Tratamento pelo frio já está apta para o consumo liberada

    Resposta
  • 21/03/2017 em 17:03
    Permalink

    Sou formado em patologia clínica e apesar de não atuar na área pecuarista e nem ter experiência em frigoríficos, tive a oportunidade de acompanhar fiscais da vigilância em visitas a tais locais. Nos grandes frigoríficos é comum ver um comboio de caminhões carregados de animais chegar para descarga. Um total de 20 a 25 caminhões abarrotados com cerca de 1500 a 2000 cabeças. E a perda no transporte entre 3% a 4%. Então entre 45 a 80 cabeças podem chegar mortas ou doentes que são encaminhados (arrastados se necessário) para o “sequestro”. Nada se perde. Nos pequenos frigorificos é tudo muito diferente. As perdas correm por conta da transportadora. Quanto ao termo “sequestro”, em patologia, é uma referência à putrefação da carne que se descola dos ossos (e dos ossos que se desligam). Limitações à parte quanto à clareza do relato (descartaras ainda algumas incorreções na pronuncia e falta de congruência nos fatos), eu acho muito válido investigar, pois eu já testemunhei carnes sendo varridas a todo do chão e colhidas com pás de lixo para serem colocadas em máquinas de embutidos na produção de linguiça. Então acredito em muita coisa errada que existe por aí. Independente do relato conter narrativas de fatos verifidicos ou do testemunho, posso garantir que há possibilidade de alguma coisa ser verdade, se não, muita coisa.

    Resposta
    • 25/03/2017 em 14:26
      Permalink

      Hoje eu tenho muitas dúvidas a respeito
      Porque nos vídeos que tenho visto na produção de salsichas e linguiças estão usando a barrigada com fésis e bactérias
      Sem pudor usam animais mortos a dias e não horas, como porco cavalos e até caprino
      Nunca ví ninguém dizer o que é feito com o sangue pós ser proibido jogar nos rios
      Se tudo é encerado porque não divulgame
      Só poço dizer que o ovo triplicou de preço
      Desbafo.

      Resposta
  • 21/03/2017 em 15:54
    Permalink

    Mas é muito simples de se constatar tal veracidade. Existem nos frigoríficos dependências especificas para descartar/incinerar/enterrar animais que por ventura cheguem mortos? Claro que não. Jamais vi dizer que existem fornos crematórios (que horror), ou até mesmo valas comuns para os pobres animais que não suportaram a viagem ou viajaram doentes. Passamos a vida matando e torturando os animais, isso é o resultado da nossa escolha.

    Resposta
    • 23/03/2017 em 14:51
      Permalink

      Sim. Existem dependências especificas para descartar e/ou incinerar animais mortos. Enterrar não, por que não é o procedimento correto. Procure se informar melhor.

      Resposta
  • 21/03/2017 em 15:50
    Permalink

    As pessoas querem que a mulher fale em português claro e correto.
    A mulher mesmo diz “trabalhei na desossa”. Estão exigindo nível superior para trabalhar desossando animais??
    Acredito então que ela receba na faixa dos R$15.000,00 mês + benefícios, kkkkk. Meu Deus!
    Outra coisa, morei perto de uma fábrica de embutidos que também vendia no varejo. E ví muita coisa suja e irregular.
    Claro que é possível sim o que ela disse!
    Agora querer que uma pessoa que deve ter o nível fundamental dizer que o prejuízo é da transportadora ou do frigorífico, me poupe!
    Tá na cara que é gente simples falando!
    Já diz o velho ditado: Cozinha de restaurante e passado de mulher, se você conhecer não come!

    Resposta
    • 23/03/2017 em 14:54
      Permalink

      E só fala correto quem tem nível superior? Conheço muitos que não tem nem ensino médio e muitos que tem curso superior que falam muito errado. E não julgue outros estabelecimentos pelo que tinha perto da sua casa. E se informe melhor. O prejuizo de um boi morto nunca é do frigorífico. “Passado de mulher”? A sua mãe conta??????

      Resposta
  • 21/03/2017 em 15:25
    Permalink

    O argumento que fala que o assunto em questão não foi citado na operação carne fraca, de nada tem haver pois trata-se justamente de uma denuncia. Aos que criticaram o sotaque da senhora, acho puro preconceito, pois isso não vem ao caso, mas sim o conteúdo da informação. E a federal deve investigar tudo. Pois ainda tem muita podridão por aí.

    Resposta
  • 21/03/2017 em 15:23
    Permalink

    Pelo confronto e antagonismo das informações contidas apenas aqui nesses comentários, digo somente: “Sabem de nada, inocentes…” e levando em consideração que o Brasil é o país dos desmandos e da desonestidade, tudo me leva a crer que estamos SIM comendo carne podre!

    Resposta
  • 21/03/2017 em 15:05
    Permalink

    Ah começar pelos erros gritantes de pronuncia em Portugues, meu Deus vai falar mau a sua propria lingua lé em Portugal,kkkk. Matei a charada na hora que ai tem rolo.

    Resposta
  • 21/03/2017 em 14:01
    Permalink

    O q acho de td isso que os porcos, dessa situação somos todos pq como disse a moça aí, frigoríficos nenhum perde nd, e pra defender esses donos de frigoríficos tá ganhando algo. E pronto, vamos continuar comendo porcaria, inspecionado ou não,eles só pensam em lucros e pronto.

    Resposta
    • 23/03/2017 em 14:57
      Permalink

      Se concorda com ela, é só parar de comer carne. Simples.

      Resposta
  • 21/03/2017 em 09:15
    Permalink

    Essa imbecil que gravou o áudio, não consegue sequer se expressar de forma correta… Boi que morre na estrada, é prejuízo do pecuarista, ou do transportador, nunca do frigorífico, mesmo pq, o boi tem que ir andando ao local do abate… Já pensou, um guincho retirando de 80 a 100 bois por abate? Será que isso é algo menos pensável? Nunca!!! Essa mulher tem que pegar o dinheiro que recebeu p falar tanta merda, e gastar em um curso de português

    Resposta
    • 24/03/2017 em 11:11
      Permalink

      Hum legal precisa ser formada e ter doutorado caso contrario não pode falar ! O que já sabemos e que é bem obvio

      Resposta
  • 21/03/2017 em 03:17
    Permalink

    Onde há fumaça pode haver fogo, logo não custa verificar e procurar o depoimento de outras pessoas que trabalham em frigoríficos e abatedouros.

    Resposta
    • 21/03/2017 em 14:21
      Permalink

      O fogo é pra queimar essa retardada do áudio.

      Resposta
  • 21/03/2017 em 03:13
    Permalink

    O site está informando que a existência das câmaras de sequestro é boato? Nas câmaras de sequestro ocorre exatamente o que foi relatado no áudio. Carnes impróprias para o consumo são enviadas para lá para serem recuperadas.

    Resposta
    • 21/03/2017 em 14:23
      Permalink

      Câmaras de sequestro existem sim mas não para a finalidade de “recuperar” carnes.

      Resposta
  • 21/03/2017 em 01:11
    Permalink

    Independente de não ter sido mencionado na operação carne fraca o reaproveitamento dos bois mortos no transporte, não quer dizer que isso não aconteça. Aliás não duvido nem um pouco.

    Resposta
  • 21/03/2017 em 00:03
    Permalink

    Tem esse significado no dicionario informal. Foi adicionado em 2011… ou seja, esse termo, sim, existe.

    Agr vejamos… se essa investigação “pró-frigoríficos” saiu tão rápido, a investigação PODE ter sido superficial. Respeito o trabalho de vcs, maaaaas… não ajam como se tivessem recebendo dinheiro frigorificado.

    Resposta
    • 23/03/2017 em 14:59
      Permalink

      Quem me dera estar recebendo dinheiro para defender meu trabalho. Defendo por que conheço e sei o que estou falando.

      Resposta
  • 20/03/2017 em 23:47
    Permalink

    Eu não confio nesse site, pra mim eles agem em favor de alguém, que não somos nós leitores.
    Todo tipo noticia sobre alguma grande instituição, eles dizem que é mentira.
    Devem ganhar só pra isso.
    Para nos manipular

    Resposta
  • 20/03/2017 em 23:24
    Permalink

    Se a autora do áudio, aparentemente tem um português ruim, é o que menos importa nessa análise. Perceba que há coerência nos fatos. Uma narrativa que tem uma base muito coerente (princípio, meio e fim). Riquezas de detalhes de uma pessoa que viveu nesse ambiente.

    Resposta
    • 23/03/2017 em 15:00
      Permalink

      Tu conhece frigorífico para dizer que há coerência?

      Resposta
  • 20/03/2017 em 22:58
    Permalink

    Morre de 80 a 100 bois numa viagem? Eles eram transportados onde? Na Arca de Noé? Pois um caminhão de 2 niveis e bi-trem comporta no máximo 80 animais! kkkkkkkkkkkkkk

    Resposta
    • 21/03/2017 em 13:49
      Permalink

      Não quer dizer que todos estão em um só caminhão. Vc sabe quantos carregamentos diários um frigoríficos desses recebem?

      Resposta
  • 20/03/2017 em 22:42
    Permalink

    Trabalho com inspeção e nunca vi tantas aberrações nesse vídeo. Tantos erros de português nos comentários dessa mulher que fala no áudio. Essa não entende de nada de inspeção. Ela deve ser uma ” Magarefe “

    Resposta
    • 21/03/2017 em 11:09
      Permalink

      Carne de boi sequestrado não é carne “podre” então ela pode ser consumida de alguma forma se liberada pela inspeção federal.

      Resposta
    • 21/03/2017 em 11:34
      Permalink

      Amauri, nesse link explica simplesmente o que é o sequestro…que é a separação entre o osso e a carne devido a decomposição e não tem nada a ver com essa questão dos frigoríficos de aproveitarem a carne podre. Acho que o fraquinho é vc. Sempre acompanho o boatos.org e três sempre tem respostas coerentes.

      Resposta
  • 20/03/2017 em 20:03
    Permalink

    olha já trabalhei em alguns frigoríficos e tanto boi quanto suíno ! se morrer a caminho do frigorifico é descartado ! vai para a graxaria . lugar onde se produs matéria prima para ração , sabão , biodiesel …. se o boi ou suíno chegar machucado ou doente ai sim é abatido como emergência e guardado na tal câmara de sequestro onde aguarda um laudo final dos proficionais da inspeção ., A mulher do audio falou que morre 80 ou 100 bois em um transporta … deve ser transporte feito de navios porque não existe no Brasil caminhão capaz de carregar 80 bois de uma só vez ( estamos falando de bois vivos ) ,em uma carga de boi é muito raro morrer um boi a caminho do frigorifico e se morrer não é prejuízo do frigorifico já que só pesa a carcaça depois de passar pelo abate ou seja morreu boi no caminhão é prejuízo do pecuarista

    Resposta
  • 20/03/2017 em 20:00
    Permalink

    “Boi sequestro”
    Pela deficiência até para se expressar na lingua portuguesa, já se depreende o nível de conhecimento desta mulher que diz tantas asneiras, alegando ter muitos anos de experiência em frigorífico, inclusive como auxiliar da Inspeção Federal.
    Se sabia supostamente que o frigorífico processava carne podre, então ela própria foi cúmplice do crime de saúde pública por todo este tempo e só se pronunciou agora, após o escândalo dos crimes cometidos por alguns maus profissionais e empresários.
    Nenhum frigorífico recebe boi morto, pois tem que chegar vivo, permanecer pelo menos 24 horas no curral e subir a rampa para o abate. Na sala de abate há uma mesa contínua de evisceração onde são analisados simultaneamente todos os componentes do animal. Em caso de constatação de algum machucado de viagem, por exemplo ou doença que não afeta toda a carcaça, estas são descartadas parcialmente para a Graxaria ou separadas em câmaras de sequestro para após 24 horas do “post mortem” serem minuciosamente reinspecionadas pela Inspeção Federal e Controle de Qualidade da empresa. O procedimento técnico habitual não permite processamento de carne podre como inventado pela mulher não identificada. Alguns casos localizados de desvio de conduta de maus profissionais e empresários não representam a grande maioria de pessoas que agem dentro do mais alto grau de profissionalismo.

    Resposta
  • 20/03/2017 em 19:17
    Permalink

    Pesquisem melhor, boi sequestro existe, visite o site do movimento dos produtores rurais que eles já publicaram um manifesto contra a política de pagamentos dos frigoríficos, nela consta as tabelas de pagamentos, e “boi sequestro” aparece na coloca de produtos não aprovados pela inspeção federal. Ou seja, realmente se não houver fiscalização essa carne pode ser usada para outros fins. O audio é tosco, é verdade, mas boi sequestro existe.

    Resposta
    • 21/03/2017 em 11:21
      Permalink

      Esse “boi sequestro” existe. Não é nada mais do que uma carcaça que foi separada pela inspeção federal para uma melhor inspeção e destinação correta. O termo sequestro é usado para mostrar que a carcaça saiu da linha de produção normal e foi para uma área específica privativa da inspeção federal.

      Resposta
  • 20/03/2017 em 19:13
    Permalink

    Boi sequestro não pode ser uma nomenclatura popular para quem trabalha em matadouros frigoríficos para se referir aos bois que chegam mortos e sua carne é encaminhada para as tais câmaras de sequestro para passar por exames laboratoriais?

    Resposta

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

error: Em vez de copiar o nosso conteúdo, compartilhe no Facebook :)