História falsa fala do experimento socialista de Adrian Rogers

By | 31/03/2014
História falsa fala de experimento socialista de Adrian Rogers

História falsa fala de experimento socialista de Adrian Rogers

Boato – Professor Adrian Rogers criou uma experiência socialista para alunos perceberem os erros do sistema.

Mesmo muito tempo após o fim da guerra fria, o socialismo ainda é alvo de debates na web. E um dos maiores argumentos de quem é contra o sistema é um suposto “experimento socialista” que nunca deu certo. O relato da história já viralizou em blogs e, periodicamente, faz sucesso em redes sociais, O tal experimento teria sido realizado por um professor de economia com seus alunos.

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De acordo com o texto, que pode ser lido aqui, os estudantes acreditavam que o socialismo funcionaria na realidade. Para provar o contrário, Adrian Rogers criou um experimento socialista, mas ao invés de utilizar dinheiro, usou a nota dos exames de todos. Ele passaria a dar a nota para todos os alunos por meio de uma média.

O texto aponta que as notas da turma começaram a cair gradativamente enquanto os alunos passaram a buscar culpados pela queda de todos. No final das contas, o objetivo da pesquisa era provar que o socialismo não seria aplicável na sociedade. Chocante, não?

Naturalmente, uma história com tanta força assim se espalhou muito na web. Mas como todos bem sabem, nem tudo o que reluz é ouro. Ou melhor, nem tudo o que cai na rede é verdade. Agora é hora de desmentir mais esse boato.

Pelo o que apontam os fatos, a história foi originalmente escrito por Adrian Rogers, mas diferentemente do que afirma o texto, ele não era professor de economia e jamais lecionou na universidade de Texas Tech. Rogers era um pastor tele-evangelista norte-americano, e muito famoso por sinal.

Você pode acessar um dos vídeos dele no Youtube. Aliás, o pastor era conhecido por sua excelente oratória e era considerado um dos ícones do conservadorismo religioso de direita nos EUA.

O texto, que acabou se transformando em um boato sobre um “experimento socialista”, nada mais era do que um dos sermões que o pastor costumava compartilhar durante os cultos. Ou seja, o “experimento socialista” nunca existiu.

E tem mais, o texto diz ter sido escrito por Adrian Rogers em 1931. No entanto, 1931 foi o ano de nascimento do pastor, ou seja, ele não poderia ter feito uma pesquisa com menos de um ano. Com isso, chegamos à conclusão que Adrian Rogers existiu, mas o experimento socialista dele é uma lenda.

Leia na íntegra o texto que fala do experimento socialista de Adrian Rogers

24 thoughts on “História falsa fala do experimento socialista de Adrian Rogers

  1. Paulo De Lacerda PhD

    Ao leigo em Economia o fato real acima de teorias econômicas pro ou contra o dito “Socialismo ” protagonizado por Lenin na Rússia FALIU!!

    E ESTE FATO HISTÓRICO É O QUE IMPORTA !

    PORTANTO SE SUAS BASES ECONÔMICAS FOSSEM VÁLIDAS E PERENES O MUNDO SERIA SOCIALISTA!

    PELO SUPOSTO SISTEMA DE JUSTIÇA E PROSPERIDADE SOCIAL QUE NÃO EXISTE NA REALIDADE DOS FATOS

    E TEORIAS SÃO VÁLIDAS QDO TEM RESULTADOS CONCRETOS E SE PERPETUAM E EVOLUEM NO ESPAÇO TEMPO DA EXISTÊNCIA DAS SOCIEDADES HUMANAS

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  2. danny

    A maioria de seus alunos, segundo ele, não merecia o título de Aggie, já que não poderia fazer uma “análise break-even” em que os alunos foram convidados a considerar um produto e seus custos de produção por unidade, e determinar os níveis de produção necessários para atingir um lucro. Essa foi a medida adotada, não era para se medir se o socialismo ou capitalismo têm vantagem, era para que os alunos determinassem qual era o lucro e o prejuízo a médio prazo, como o trabalho foi ignorado pelos alunos o professor tomou a medida de fazer com as notas deles o Break-even que ele tinha proposto. A notícia é verdadeira, a intenção e as fontes é que são falsas.
    Na maior parte de sua carreira, ele disse, ele raramente concedeu graus de F com exceção de desonestidade acadêmica. Ele disse que nunca reprovou uma classe inteira antes, mas sentiu que não tinha escolha depois de tentar controlar a classe e reclamar para os administradores da universidade.

    Os estudantes se queixaram de que eles precisam desta classe a se formar, e Horwitz disse que com base nas questões acadêmicas e comportamentais em sala de aula, eles não merecem a pós-graduação com formação em áreas de negócios (os principais operadores para o qual o curso foi concebido e necessários).
    As resposta às suas ações tem sido intensas. Horwitz disse que ele recebeu (e ele compartilhou) e-mails que foram bastante críticos e zombavam dele, e outras que ele foi elogiado por tomar uma posição.

    Perguntado se a decisão de deixar cada um dos mais de 30 inscritos era justo para todos os alunos, Horwitz disse que “alguns” estudantes não haviam se envolvido em mau comportamento, e ele disse que os alunos também foram os de melhores desempenhos acadêmicos. Horwitz disse que ofereceu à universidade continuar a ensinar apenas aqueles alunos, mas foi dito que não era possível, então ele sentiu que não tinha escolha a não ser deixar todo mundo e deixar o curso.

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  3. danny

    O Dr. Irwin B. Horwitz , professor da MARA como Professor Associado. Seus interesses de pesquisa são a gestão de recursos humanos e estresse ocupacional. Ele tem mais de 60 pares artigos de periódicos revisados, anais de conferências e capítulos de livros. Ele recebeu inúmeros prêmios de pesquisa e serve no conselho editorial do Journal of Leadership Cuidados de Saúde e Open Access Medicina de Emergência. Ele tem mais de 20 anos de experiência de ensino com inúmeros prêmios de ensino. Ele também serve como um sócio-gerente da Unci Consulting, Inc., um recurso humano firma de consultoria corporativa. Dr. Horwitz recebeu um Ph.D. em Recursos Humanos e Relações Industriais da Carlson School of Management, da Universidade de Minnesota. Antes de seu Ph.D., ele completou um MBA em Desenvolvimento de Negócios da Universidade de Illinois, um M.Sc. em Relações Industriais pela Universidade Loyola de Chicago, e um B.Sc. da Universidade Loyola de Chicago.
    O professor de Administração Estratégica na Universidade A & M Galveston, no Texas; aplicou a medida à turma de pós graduação do verão de 2015.
    O mesmo pediu sua demissão do curso depois dessa turma e deixou a bomba nas mãos do Vice-Presidente de Assuntos Acadêmicos e Diretor Acadêmico, Dr. Patrick Louchouarn, reviu os trabalhos todos e os de conclusão de curso e feliz ou infelizmente, as notas dos alunos foram mantidas ou não conseguiram aprová-los, à despeito da polêmica que causaram e da repercussão que teve na mídia. a íntegra da ata consta no portal da University para quem tem acesso à área de aluno.
    http://www.tamug.edu/
    http://www.ratemyprofessors.com/ShowRatings.jsp?tid=2005118
    http://www.washingtontimes.com/news/2015/apr/27/irwin-horwitz-texas-am-galveston-professor-hits-br/
    http://edition.cnn.com/2015/04/28/living/texas-am-professor-fails-class-feat/
    http://www.nbcnews.com/news/us-news/texas-university-prof-fails-entire-course-n349431
    Horwitz, Irwin B., In struc tional As so ci ate Pro fes sor, De part ment of Mar i time Ad min is tra tionhttp://www.tamug.edu/catalog/CAT138/CAT138FACSection6.pdf

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  4. Jairo Carneiro

    Este experimento é falho por um simples motivo: as notas dos alunos, em escolas públicas e particulares do Brasil, só poderiam chegar até o valor 10, e principalmente porque a diferença entre a menor nota (0) para a maior nota (10) só pode ser justamente o valor 10.

    No atual sistema em que vivemos não há limite desta espécie entre os grupos que auferem os maiores ganhos, pois a possibilidade de auferir valores dentre aqueles que ganham as “maiores notas” (que auferem os maiores lucros) se dá em escala infinita. Ou seja, o sujeito empreendedor, o empresário etc., pode tanto ganhar dez vezes mais como ele pode ganhar mil vezes mais, um milhão de vezes mais em comparação com determinadas categorias de trabalhadores que ganham menos.

    Para que este experimento pudesse lograr êxito, não poderia haver este limite de notas ao valor dez. Ao contrário, as notas deveriam se dar em escala infinita, pois com base na lógica de um mérito que é próprio dos sistemas capitalistas, os alunos mais estudiosos (na comparação com os grandes empresários), ao estudarem e serem avaliados deveriam, eles próprios (os alunos mais esforçados e inteligentes), determinar o tanto de questões que suportariam fazer por meio de critérios subjetivos, próprios do sujeito tais como sua capacidade, habilidades, conhecimentos e limites pessoais, de modo que ao final de seu teste, o tanto de questões que ele próprio escolheu fazer por determinação da sua vontade, e consoante com suas capacidades e limites, pudesse dar a ele a verdadeira dimensão de uma avaliação que levasse em conta seu verdadeiro mérito, a recompensa por um esforço que é fruto de seu próprio trabalho e que lhe auferisse o tanto de pontos que o próprio aluno conquistou ao determinar o tanto de questões que ele julgou que seria capaz e suportaria fazer, podendo esta nota chegar a cem, mil, quinze mil e assim sucessivamente, em escala infinita.

    Não é possível querer comparar o malogro do regime comunista, em comparação ao sistema capitalista, com um sistema de distribuição de notas cuja diferença entre as notas mínima e máxima só podem chegar, sempre, ao valor 10. Porque, repito, dentro desta lógica de mérito do sistema capitalista, não há limite algum entre o salário de quem ganha menos em comparação ao que ganha mais.

    Talvez alguém ofereça como resposta o seguinte, que o limite de valor dez para a maior nota possível se explica precisamente porque o experimento em análise se inicia e se encerra dentro da própria lógica do regime comunista, em que o potencial humano é limitado pelo próprio sistema em si mesmo. Ok. Mas ainda resta uma indagação: se as notas são “distribuídas pelos próprios alunos entre si”, em que se diz que, em um primeiro momento a nota dos mais inteligentes foi uma, e depois da distribuição passou a ser outra (devido à fórmula aritmética do professor), então quer dizer que a alusão ao sistema comunista só pode ser feita nesta segunda etapa em que ocorre a distribuição de notas. Mas e no primeiro momento, em que os alunos são avaliados individualmente, antes da distribuição de notas? Que sistema teríamos neste primeiro momento? Ora, parece-me claro que o dito experimento se faz em duas etapas:

    1ª – quando os alunos mais inteligentes, por mérito próprio, recebem as notas mais altas em virtude de seu esforço;

    2ª – quando os alunos menos inteligentes, sem mérito algum, recebem valor a mais em sua nota final em razão desta distribuição.

    A mim ressoa evidente que o primeiro momento diz respeito à lógica de retribuição de recompensa dentro de um sistema capitalista, e que o segundo momento diz respeito ao regime comunista. Isso nos mostra que o referido experimento continua falho, já que ainda continua limitando o maior valor possível ao número dez, e que na comparação com o menor valor (nota), a cifra continua sendo exatamente dez.

    O segundo ponto falho deste experimento é que quem distribui as notas, de modo involuntário e a contragosto, são os próprios alunos entre si por intermédio de uma intervenção do professor que faz essa distribuição através de uma fórmula aritmética. Ora, o professor neste exemplo, seria, ele próprio, a figura e representação do Estado comunista, e os alunos (mais inteligentes e menos inteligentes) uma representação dos trabalhadores dentro deste sistema. Para que houvesse alguma aproximação ou similaridade entre este experimento em sala de aula e o comunismo, cumpre haver o seguinte:

    1ª – nem os alunos mais inteligentes nem os menos inteligentes auferem notas por conta de seu trabalho, esforço, inteligência, capacidade e limites pessoais; ao contrário, eles fazem questões dentro de um quadro pré-estabelecido pelo “professor-Estado”, em que todos, sem distinção, fazem o mesmo número de questões, cujo montante total vai todo para o Estado (representado na figura do professor), e este, por sua vez, redistribui a menor parcela de notas, desse montante total, para os alunos que as receberão divididas em valores iguais de acordo com contrato previamente acordado entre as partes (de modo a nunca restar dúvida alguma quanto ao valor a se receber), ficando a maior parcela com o próprio professor, o Estado.

    Em um sistema de “avaliação e distribuição de notas comunista”, poderíamos dizer que todos os alunos – mais inteligentes e mais esforçados ou menos inteligentes e menos esforçados – fariam REPETIDAMENTE as mesmas questões, todos os dias, de maneira mecânica, de modo que o hábito da repetição sobre as mesmas questões tornasse inviável ou até mesmo impossível o erro. Pois assim era o trabalho em um regime comunista: todos os dias se fazia o mesmo de um trabalho que, antes de executado, era treinado. É mais ou menos como o produtor do campo, que antes de colher o trigo de uma plantação aprender a separar o joio, a fazer a colheita e a produzir a farinha. Isto, uma vez aprendido, torna o erro inviável, e ao mesmo tempo dá a certeza de que todos os produtores do campo, ao realizarem suas tarefas, irão tirar, sempre, “as mesmas notas”. O mesmo ocorre no trabalho da fábrica, das empresas, grandes indústrias, etc.

    2ª – Outro ponto importante que abordei de forma breve no apontamento anterior, é que o próprio salário (nota) que o trabalhador (estudante) irá receber já é previamente acordado em contrato, onde ele irá receber, sempre, aquele valor por tanto de dias trabalhados. Não apenas ele, mas todos os demais. Numa comparação, poderíamos dizer que o dito estudante comunista faz no total de um mês trabalhado, em regime de oito horas diárias, um total de mil questões para responder perguntas são sempre as mesmas, e repetida diariamente de forma intensa, tornando o erro algo improvável em vista da própria mecanicidade com que as responde, e ao mesmo tempo mostrando que ao final do mês, todos os “estudantes-trabalhadores” irão auferir basicamente a mesma nota. Deste total de mil notas acertadas por cada um destes alunos “comunistas”, apenas dez retornam a eles como forma de retribuição pelo trabalho prestado ao Estado comunista, por responder, mês a mês, as mesmíssimas e já manjadas questões, as demais novecentas e noventa questões ficam todas concentradas com o Estado.

    Isso, basicamente, seria um experimento comunista em sala de aula. Os alunos nunca, jamais, ficariam com menos ou mais notas em relação uns aos outros, pois antes de pisar os pés na sala de aula, o “professor-Estado” sentaria com cada um destes alunos para acordar os termos das atividades e assinar contrato em que seria firmado exatamente o tanto de questões que cada aluno teria que fazer e o tanto de notas que receberia em troca por fazer estas questões. E antes mesmo de realizá-las, cada aluno receberia treinamento de modo que pudesse responder a cada uma destas questões com facilidade, e o próprio hábito e a mecanicidade de fazer, sempre, todos os dias, as mesmas questões, tornaria impossível o erro e, consequentemente, a diferenciação de notas, já que em um sistema de produção comunista se tem, basicamente, a realização das mesmas atividades todos os dias da semana.

    Não quis, com essa exposição, tecer um juízo de valor sobre comunismo ou capitalismo baseado nesta dicotomia bom-ruim. Pelo contrário, mostrei que essa suposta e hipotética experiência do tal professor em sala de aula, para tentar reproduzir o malogro do comunismo por meio de uma distribuição de notas entre os alunos, é inconsistente! É falha! Repleta de equívocos que de modo algum se assemelham ao que de fato foi o comunismo enquanto experiência no início do século XX.

    Por fim, um último erro que acabei de observar.

    Neste dito experimento, o professor-Estado não fica com absolutamente nenhuma nota pra si. Não há, por parte do professor, nenhuma intenção em explorar os alunos-trabalhadores de modo que estes produzam para ele, o professor-estado, um tanto de notas mensalmente de modo que, ao final do mês, o montante total de notas fica com o professor e a menor parcela com o total de alunos.

    Assim que funcionava no regime comunista. Os trabalhadores eram explorados pelo Estado, prestavam serviços a ele e o resultado final desse trabalho ficava quase todo com o Estado comunista.

    No tal experimento, tudo é feito e compartilhado (a contragosto) pelos próprios alunos. A intervenção do professor se limita apenas a aplicar uma fórmula matemática para dar a estes alunos a repartição das notas.

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    1. elias

      Medias, logo no inio fica claro que ninguem vai tirar 10 porque é media, exemplo 2 alunos um tira 0 e outro 10, vc tem 0 + 10 = 10 como tem 02 alunos vc tem 10 dividido por 2 igual a 5 entao cada aluno teria nota 5 releia o inicio do seu proprio comentario que vera o seu erro

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      1. Natan Alves Paulista

        Exato, um simples erro que invalida toda a tese.

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  5. Angelo

    O capitalismo não é perfeito, mas é o melhor sistema econômico já inventado pela humanidade.

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  6. Gustavo Martinez

    Não se pode discutir socialismo se não se sabe o que é!!
    Muitas vezes confunde-se sociedade socialista com governo socialista . Este é o governo de partidos que tendem a implementar ações e políticas pra transformar a sociedade capitalista em socialista, que é uma sociedade em transição ao comunismo.
    só por que um governo implementa políticas sociais voltadas aos pobres não quer dizer que seja socialista.
    Para que seja, é preciso, para isso, ações, primeiramente, de estatização das grandes empresas industriais e dos bancos, e paulatinamente a despropriação dos meios de produção.
    Além disso, não é trocando o dinheiro por notas ou qualquer outra coisa pra ser referência de socialismo. O dinheiro é apenas o equivalente geral no processo de troca. E, enquanto houver troca, qualquer coisa que tenha a função de equivalente geral será dinheiro e portanto nada tem a ver com socialismo.
    Não se pode pensar o socialismo em um sociedade que ainda não mudou suas estruturas econômicas e políticas,
    E mais, numa sociedade de transição ao comunismo, a retribuição a cada um será dada conforme seu trabalho e não pelo que vale sua força de trabalho, como ocorre no capitalismo.
    Por fim, só no comunismo avançado será dada a retribuição a cada um conforme suas necessidades e cada um dará a sociedade conforme suas capacidades.

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    1. Rodrigo

      Apesar de o Brasil ainda ser um país democrático com políticas sociais, é inegável que a aproximação com países “socialistas” e do Foro de São Paulo, mostram tendências do governo em afastar de sua origem democrática. A adoção de políticas de massa que ameaçam a plena democracia e, simultaneamente adotando políticas e discursos ditadoriais mostram claramente o rumo político que o país toma. Principalmente por medidas que limitam a imprensa e os direitos dos cidadãos. Ademais, uma visita com foco na cultura e história à Russia e outros países da antiga USSR, China e Cuba, hoje e a +30 anos atrás, é mais do que suficiente para evidenciar claramente que o socialismo, elo para o utópico comunismo, não funcionou e nem vai funcionar. O ego e orgulho da classe política, ou seja, a mera substituição de classe dominante, o Estado extremamente corrupto, a manutenção do sistema e ordem na ponta da faca e torturas, os genocídios ocorridos em todo o processo de implantação, a falta de estímulo pessoais em detrimento da meritocracia, etc, etc, são fatores psicológicos e socias que jamais permitirão o sucesso de sociedades socialistas como vimos nestes casos.

      Neste sentido, o exemplo do pastor é real pelo que se constata na URRS e outros países. Um modelo prático e simples da realidade.

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  7. Paulo

    Não há o que debater, o socialismo continua não dando certo, e os argumentos do “teste” continuam valendo independente de qualquer coisa.

    Socialismo é mentira, engodo, e mais do que tudo, jamais foi uma alternativa melhor. Ponto. Abaixo segue uma redação de 20 linhas sobre cada país onde o socialismo deu certo:

    Obrigado…rs

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  8. POISE

    Cara, ainda que seja falsa…. a história ensina alguma coisa que faz sentido (a “moral da história” e tals).
    Assim como muitas outras histórias, desde chapeuzinho vermelho até o que vc lê na biblia…

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    1. Rogério

      Não esqueçam que o Brasil de hoje foi nascido, criado e amadurecido sob um regime capitalista da pior qualidade. Mantido por canalhas militares da pior espécie. Além de que uma economia baseada em sistema capitalista ou socialista é por demais complexa para ser resumida a um experimento tão simplório.
      Em tempo: o socialismo passa muito distante do comunismo, como muitos têm confundido tais conceitos é bom que fique mais claro. Cuba é comunista, assim como a china e talvez nenhum outro país no mundo.
      Os países socialistas se assemelham muito mais a Noruega, Suécia e Dinamarca.
      Na verdade vários países do mundo apresentam suas economias baseadas no regime capitalista porém com forte atuação social, como saúde, educação gratuitas dentre eles podemos citar Inglaterra, Itália, França, Suíça, Finlândia e tantos outros. Este é o socialismo verdadeiro, todos produzem para o bem social de todos.
      Quem toma os EUA como exemplo de perfeição se engana, pois se vocês não sabem tudo nos Estados Unidos é pago e caro, nao existe saude gratuita, as escolas e universidades são caras e grande partecda população não pode frequenta-las.
      Abraços.

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  9. Flávio

    Só uma pergunta…. se houvessem apenas 2 países para morar…. Cuba e Estados Unidos, em qual vcs morariam e por que?

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  10. Rosane Cattani

    Se o Socialismo fosse assim fácil de explicar e realmente fosse essa farsa de uma igualdade descabida, há muito tempo já teria caído como proposta real, pela qual milhões de pessoas e intelectuais de grande capacidade e fama internacional, ainda acreditam nessa possibilidade. O Socialismo nem de longe tem no seu âmago esse tipo de proposta. Essa farsa se fosse feita por um professor de economia, ele deveria ser despedido, não por não ser socialista, mas por tentar enganar os alunos com um exemplo que só demonstra a sua ignorância sobre o assunto. De um pastor pode-se esperar qualquer coisas…

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    1. Mario

      Para saber o resultado de alguma coisa é preciso testá-la na prática, e todos os teste até hoje deram errado. Intelectuais de grande capacidade defendem o socialismo? kkkkkk
      O que leva pessoa até hoje a defender o socialismo é a mesma coisa que leva alguém a ser um religioso ou ter a intenção de ser um ditador.

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  11. Ronaldo

    Gostaria de saber onde vc quer chegar com esse texto? Qual é a importância do texto do suposto professor não ter, de fato, acontecido. O que importa é a fantástica analogia feita.
    Na verdade, nunca achei que esse “experimento” tivesse acontecido.

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    1. césar

      O OUTRO LADO DA HISTÓRIA (outro experimento)

      Um professor qualquer uma vez disse: “Turma, vamos fazer um experimento CAPITALISTA.
      Temos 50 alunos nessa turma. Porém, teremos apenas uma nota A, duas notas B, cinco notas C e o restante que se exploda, digo, o restante fica com as notas D, E e F.
      ” Um dos alunos retrucou: “Mas professor, isso não me parece muito justo…”. O professor imediatamente expulsou o aluno da sala e o reprovou sumariamente. E ainda disse que qualquer outro que mantivesse relações com aquele aluno teria o mesmo tratamento. Eles não sabiam, mas aquilo ali já fazia parte do experimento.
      A corrida começou. A prova se aproximava e cada minuto era importante. A pressão parecia boa, pois instigava os alunos a estudarem cada vez mais. Porém, alguns logo perceberam que só estudar poderia não ser suficiente, pois a concorrência era forte. Um dos alunos, invadiu a biblioteca à noite e roubou todos os livros daquela matéria, para que os outros tivessem mais dificuldade. Outros alunos invadiram as casas dos colegas para roubar-lhes os livros e anotações. Outros organizavam materiais com informações erradas e distribuíam, fingindo estar ajudando. Todo dia surgiam novas ideias para prejudicar os outros ou para se beneficiar de forma ilícita, como novas formas de colas. Ninguém estudava em grupo nem se dispunha para tirar dúvidas ou de qualquer forma ajudar sem ser ajudado em troca. Todos se viam como inimigos ou, no máximo, “aliados estratégicos”.
      O dia da prova chegou. Alguns alunos mais estudiosos faltaram, pois foram chantageados, ameaçados ou até mesmo agredidos. Os que apenas estudaram fizeram até uma boa prova, mas não ficaram com o A ou com o B. Estas notas ficaram com aqueles que, além de estudar um pouco, foram desonestos, colaram, roubaram e prejudicaram os demais.

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      1. Ale

        Historia bacaninha, mas onde estão invadindo casas e roubando comida é em Cuba, não nos países capitalistas. Além do mais, sejamos coerentes, você confundiu tudo! Chantagem, prejudicar os demais, corrupção não tem a ver com o regime adotado, afinal, o maior corrupto do Brasil é um socialista picareta.

        A história do padre pode ser imaginaria ou não, não importa, os fatos do mundo se asseguram de torna-la possível e real. Se você apoia tanto o socialismo, devia se mudar para Cuba e não ficar criticando o regime que possibilitou a sua internet, computador e uma coca cola do lado, sentado numa boa…

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    2. cesar

      tem um outro experimento BEM MAIS REALISTA

      chamado Experimento Capitalista, vale a leitura, cacem na net

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    3. João Paulo

      Caraca.. como vc pode ser mal caráter assim? Claro que importa ou não. Não é porque ele ajuda a ir contra um conceito que vc não gosta que vc tem que espalhar falando que é verdade.
      Vc é no mínimo um pústula e um dos motivos do país estar nesta merda.

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  12. Luiz Hipolito

    A história sendo fictícia não tira a veracidade dos fatos. A moral
    é verdadeira, pois foi e é justamente o que acontece em países socialistas. A URSS quebrou, a Alemanha Oriental quebrou, Cuba é um país que parou no tempo e só não fica desolado porque o povo é preso na ilha, Venezuela está um caos, China está se abrindo para o Capitalismo, Coréia do Norte, sem comentários. Só pra citar alguns! Já diz o velho ditado: ” cachorro com dois donos morre de fome”, ou seja, tudo que pertence a todos, ou não tem um dono fica jogado, abandonado. Veja o que acontece com a coisa pública! Ninguém cuida, não é de ninguém mesmo! Pensam! Assim é com o Comunismo, Socialismo. Regimes utópicos e onde foi implantado quebrou.
    As maiores potencias do mundo são Capitalistas e é de onde vem toda a tecnologia, avanços, descobertas, ciência, liberdade, democracia. As pessoas só se motivam se têm retorno, reconhecimento, possibilidade de crescimento, possibilidade de se elevar socialmente. É o que se chama meritocracia. Felizmente ou infelizmente essa é a pura realidade. O experimento, ainda que seja fictício, não é uma inverdade.

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  13. Pedro

    Com isso vc quer dizer que o socialismo funciona? Mesmo não sendo real o experimento, ele mostra o que realmente acontece no socialismo, como aconteceu nos países onde existiu. Só quem se beneficia são os políticos e empresários corruptos

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