Leia na íntegra o texto que fala da médica cubana que teve que realizar um aborto

By | 13/02/2014

Atenção: este texto é um boato. Para enteder o caso, leia este artigo do Boatos.org

Denúncia de colegas de Brasília dão conta do grave estado social em que se encontram intercambistas cubanos nos postos da periferia do GDF.

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As cubanas são proibidas de engravidar, para evitarem ter filhos brasileiros. Já existe o relato de pelo menos 3 cubanas que tiveram que viajar de volta a Cuba para abortarem (procedimento comum por lá).

Uma dessas (identidade proibída) foi “devolvida”, como se fosse mercadoria, a uma dos 12 postos de saúde (?) de Ceilândia-DF e aparentemente está sendo punida pelos governos cubano e brasileiro. Por conta disso, ficou sem receber salário por 2 meses, passando fome, sendo alimentada por doações feitas por funcionários do posto, que estão transtornados com o que ela está passando.

Dos 10 mil que Dilma paga a Fidel, ela só recebe 1.800, quer dizer, recebia. Além disso, provando que não é médica de verdade, trata a maioria dos casos com chás e ervas, como se curandeira fosse.Aliás, esse é o apelido dela no posto.

Sem dinheiro para o ônibus, tinha que ir a pé da casa pro trabalho. Abriu bolhas em todos os dedos dos pés.

Então vejamos: Está aqui por vontade do Estado. Tem mais de 80% de sua renda confiscada pelo Estado cubano. Não recebe o salário diretamente do empregador (Estado brasileiro). Não tem dinheiro trabalhista. Foi obrigada a abortar (!!!) em Cuba, pois aqui seria crime. Ficou 2 meses sem receber salário. Passou fome e abriu bolha em pé porque não tinha passagem de ônibus. Se esse inferno em que a cubana vive em plena capital da república não é escravidão, então não sabemos mais o que seria.

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